quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Quando a mente não está alterada, é clara. Quando a água não está turvada, é transparente.


o titulo é do nono Gyalwang Karmapata, "Mahãmudrã: The ocean of definitive meaning", tradução inglesa de Elizabeth M. Callahan.



A finalidade real da meditação é repousar na meraa consciência, quer aconteça algo, quer não. Independentemente do que lhe surgir, mantenha-se aberto e presente para ele, e deixe-o partir. E se nada acontecer, ou se os seus pensamentos se desvanecerem antes de conseguir aperceber-se deles, limite-se a repousar nessa claridade natural.

Quão mais simples poderia ser o processo de meditação?

Embora nos agarremos a ideias de que algumas experiências são melhores, mais adequadas ou mais produtivas do que outras, não existem na verdade, bons pensamentos ou maus pensamentos. Há apenas pensamentos.

A meditação é, na realidade, um processo de consiciência acrítica.

O senso comum dir-nos-á que tantos acontecimentos mentais a surgirem e a desaparecerem no espaço de um minuto não podem realmente ser todos verdadeiros.

do livro: "A Alegria de Viver" de Yongey Mingyur Rinpoche; Temas e Debates, 2008

1 comentário:

Pilland disse...

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